Quando chega a noite cinzenta
Com seu perfume de morte,
O poeta da vida se isenta
Não se importando com a sorte.
E parte para a boemia
De fato um tanto peculiar,
Mulher, vinho, blues...alquimia
Em bancos de praça ou mesas de bar.
Até que o sol aparece
A luz desponta no horizonte,
Outra vez é dia...
O poeta anoitece.